A negativa de Malafaia a Flávio Bolsonaro na busca por eleitorado religioso

Um ato ecumênico, em parceria com católicos, poderia "pegar mal" entre os fieis da sua religião e ter o efeito contrário, avalia o pastor

BATANEWS/VEJA


SERMÃO - Malafaia: críticas a quem não ataca Moraes e o STF (Maira Erlich/Bloomberg/Getty Images)

Está descartada a possibilidade de um ato ecumênico em prol da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência que conte com a participação do pastor Silas Malafaia, um dos seus principais cabos eleitorais junto ao eleitorado religioso. Evangélico, Malafaia já avisou que não pretende dividir o palco com lideranças católicas.

Como publicado em VEJA, Flávio enxerga o favoritismo de Lula entre os católicos como um “gargalo” em sua campanha em pretende estreitar laços com lideranças deste segmento religioso.

Uma possível “união de líderes religiosos” em torno da campanha, entretanto, está descartada.

Malafaia avalia que a maioria do eleitorado evangélico, por ter perfil conservador, já votará em Flávio.

Um ato ecumênico, em parceria com católicos, poderia “pegar mal” entre os fieis da sua religião e ter o efeito contrário, diz o pastor.

Ele já avisou que os acenos aos católicos devem caminhar em paralelo às atividades conduzidas junto ao eleitorado evangélico.

Neste domingo, os Flávio e Malafaia participarão de um ato no Rio de Janeiro.