Morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro e mundial. A causa da morte ainda não foi divulgada. O ex-jogador estava em casa quando passou mal e precisou ser levado às pressas ao hospital.
Em nota, familiares e pessoas próximas lamentaram a perda: “É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo”.
Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência uma batalha contra um tumor cerebral, tornando-se exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.
Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, o eterno “Mão Santa” deixa um legado que transcende o esporte, inspirando gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.
A despedida será realizada de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo por um momento íntimo. A família agradeceu as manifestações de carinho, respeito e solidariedade, e pediu compreensão quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto.
“Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória”, diz o comunicado.
Nascido em Natal (RN), em 16 de fevereiro de 1958, Oscar iniciou sua carreira no Palmeiras, em 1974. Também atuou pelo Sírio, onde conquistou o título mundial, e pelo América-RJ. Em 1982, transferiu-se para a Itália, retornando ao Brasil em 1995 para defender o Corinthians.
Antes de ser superado por LeBron James, atualmente no Los Angeles Lakers, Oscar detinha o recorde de maior pontuador da história do basquete.
No último dia 8 de abril, o ex-atleta foi eternizado no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil, em cerimônia representada por seu filho, Felipe Schmidt.