Política
Reinaldo diz que ações do Senado podem garantir mais qualidade de vida às famílias
BATANEWS/ASSESSORIA DE IMPRENSA
Enquanto o sul-mato-grossense já pagou, em média, mais de R$ 5,6 mil em impostos apenas em 2026, e a União já arrecadou mais de R$ 1 trilhão em tributos no mesmo período, a contrapartida em serviços básicos ainda está longe do ideal. Recursos bilionários concentrados em Brasília e investimentos que não chegam à ponta são a face de um modelo federativo que prejudica principalmente quem vive nos municípios.
E esse quadro pode mudar com a eleição de um parlamento forte e comprometido neste ano de 2026. O Senado Federal tem um papel estratégico nesse processo, afirma Reinaldo Azambuja, pré-candidato àquela Casa de Leis.
"O Senado pode mudar a legislação para disciplinar a distribuição dos recursos públicos federais e garantir que cheguem de fato aos municípios, onde as pessoas vivem. Não é aceitável que a União fique com a maior parte do bolo enquanto estados e prefeituras se viram para oferecer saúde, educação e saneamento básico com migalhas", destaca Reinaldo.
Dados recentes ilustram bem o problema. Com avanços próprios e expressivos — Mato Grosso do Sul saltou de 46% para 77% de cobertura de esgoto nos últimos anos e já ultrapassa 81% na cobertura total de água e esgoto —, o Brasil ainda engatinha na universalização. Estudos do Instituto Trata Brasil mostram que a cada R$ 1 investido em saneamento no Estado, geram-se R$ 5,90 em ganhos sociais, com potencial de alcançar até R$ 82,5 bilhões em benefícios para a população.
"Veja o potencial que temos: cada real aplicado em saneamento devolve quase seis reais à sociedade em saúde, produtividade e dignidade. Mas os municípios não conseguem avançar no ritmo necessário porque os recursos estão engessados em Brasília. Falta vontade política e sobra burocracia", afirma Reinaldo.
Reinaldo tem insistido na urgência de um Novo Pacto Federativo que corrija a distorção histórica na distribuição dos recursos. Atualmente, a União concentra cerca de 58% de toda a arrecadação, enquanto estados e municípios — que atendem diretamente a população — ficam com parcelas insuficientes para cobrir as demandas de saúde, educação, infraestrutura e segurança.
"Não se trata de pedir favor a Brasília. Trata-se de justiça federativa. O dinheiro arrecadado nos estados e municípios precisa retornar para quem produz e paga impostos. O cidadão sul-mato-grossense merece mais hospitais equipados, mais escolas com ensino de qualidade, mais ruas pavimentadas, casa própria e saneamento para todos", afirma o pré-candidato.
Ex-governador por dois mandatos, Reinaldo Azambuja conhece profundamente a realidade dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul — das pequenas cidades do interior e a Capital às regiões de fronteira. Durante sua gestão, o Estado foi reconhecido nacionalmente pelo programa "MS Ativo Municipalismo", citado na Retrospectiva Federativa de 2025 como exemplo de cooperação entre Estado e municípios, e se consolidou como o 4º estado mais seguro do país, aliando responsabilidade fiscal a investimentos sociais.
"Quem já administrou sabe onde o dinheiro faz falta. Eu estive à frente do Estado, enfrentei crises, equilibrei as contas e entreguei resultados. Sei que o caminho é descentralizar recursos para quem realmente conhece as necessidades da população. É isso que o Senado precisa defender", conclui.




