Suspeito de operar “disk drogas” é preso após perseguição policial

BATANEWS/REDAçãO


Divulgação PM/MS

Um homem de 40 anos foi preso pela Polícia Militar na madrugada desta segunda-feira (25), suspeito de comandar um esquema de “disk drogas” no bairro Monte Castelo, em Campo Grande. A prisão foi realizada por equipes da Força Tática da 11ª Companhia Independente da PM após perseguição pelas ruas da Capital.

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais faziam rondas pela avenida Mascarenhas de Moraes quando avistaram o condutor de uma motocicleta Honda Titan vermelha, com placas de Goiânia (GO), parado em atitude suspeita enquanto mexia no celular.

Durante a abordagem, os militares questionaram o homem sobre a situação, já que ele alegava trabalhar como moto Uber, mas não possuía um segundo capacete para transporte de passageiros, carregando apenas uma mochila nas costas.

Ao ser perguntado sobre o equipamento de segurança, o suspeito arrancou bruscamente com a motocicleta e iniciou fuga em alta velocidade. Segundo a PM, ele desobedeceu diversas ordens de parada, avançou sinais vermelhos pela avenida Mascarenhas de Moraes e colocou em risco motoristas e pedestres durante o trajeto.

A perseguição terminou na rotatória da avenida com a rua 14 de Julho, quando o motociclista tentou atravessar um posto de combustíveis fechado. Durante a manobra, perdeu o controle da direção, caiu e acabou sendo detido pelos policiais.

Na mochila do suspeito, os militares encontraram 91 porções de substância análoga à maconha/haxixe embaladas em sacos zip lock, 21 porções de cocaína, 79 comprimidos de ecstasy, além de dois aparelhos celulares e R$ 101,50 em dinheiro trocado.

Ainda conforme o registro policial, o homem confessou que havia entrado no tráfico devido a dívidas. Ele relatou possuir cerca de R$ 4 mil e uma dívida de R$ 10 mil, motivo pelo qual decidiu investir na comercialização de entorpecentes por meio do esquema conhecido como “disk drogas”.

Diante dos fatos, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Polícia Civil. O caso foi registrado no Centro Especializado de Polícia Integrada (Cepol).